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    Era Digital

    Na conhecida Era Digital, tudo se encontra conectado. É com ela que o futuro dos negócios tende a mudar de maneira notável, assim como já está ocorrendo. O fato é que o tamanho das cidades e países não é tanto o que influencia no assunto.

    A Estônia, por exemplo, é um pequeno país localizado à beira do Mar Báltico, exatamente no nordeste da Europa, e é uma referência de administração pública digital. Na Estônia, nota-se a economia conectada com diversos negócios em transformação.

    O motivo é que, com tanta mobilidade sustentável, a era tecnológica no país é imensa. Prova disso é que somente três serviços precisam da presença física do cidadão. Esses serviços, são:

    – Casamento;

    – Divórcio;

    – Transferência de imóvel.

    Todo o restante é feito somente com assinatura digital. Até mesmo o RG é digital e garante acesso a mais de 500 serviços do governo. Como é possível observar, isso faz qualquer pessoa pensar na capacidade que uma cidade tem de nunca morrer e de ter uma longevidade muito maior que uma empresa.

    No artigo escrito por Rene de Paula em “Smart Cities: para quem elas são inteligentes, afinal?”, é possível notar uma abordagem muito interessante sobre o assunto. Nele, o articulador aborda o fato do porque muitas empresas morrerem, enquanto as cidades se mantém vivas.

    O fato é que as empresas se tornam cada vez mais eficientes e devidamente alinhadas com o mercado como um todo. Entretanto, o mercado não é uma máquina. Isso o torna complexo, difícil de entender, justamente por estarem diante de constantes mudanças externas.

    Assim, as empresas não conseguem mudar de maneira tão rápida e morrem. Em contrapartida, mesmo que as cidades sejam obras humanas, orgânicas e vivas, oferecem uma possibilidade de expansão muito maior. Dessa maneira, cada pessoa presente nela, inventa um futuro melhor que o outro e abrem-se caminhos diferentes.

    A sociedade digital e a economia conectada se faz presente em todos os cantos do mundo. A tecnologia permitiu que muitas cidades e países se modernizassem e obtivessem ótimos benefícios com a transformação digital.

    Com a transformação digital, muitas pessoas também estão podendo ajudar outras. Para exemplificar, é possível citar a Akon City. Trata-se de uma cidade de 6 bilhões de dólares que o cantor Akon construirá no Senegal.

    Segundo o cantor, a mesma terá o maior hospital da África ocidental. A intenção é fazer uma cidade futurística, um país digital que funcionará com a moeda Akoin. Segundo o próprio cantor e criador da cidade, a intenção é que todo o país possa usufruir da mesma.

    Mesmo que ainda esteja no estágio inicial de construção, é possível notar o quanto um país digital impacta e pode gerar ótimas visões de futuro para muitas pessoas. Além da intenção de construir um país digital, o cantor já possui uma empresa que leva eletricidade para 15 países da África com 100 mil lâmpadas, além da energia solar em 480 comunidades.

    Como é possível observar, um país que se transforma digital ou se cria dessa maneira, pode ser muito mais imune às crises, ter uma distribuição mais igualitária e colaborar muito para que o dia a dia de todos os moradores seja algo mais prático e fácil.

    Brasil entre notícias sobre smart cities

    Segundo uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas, há no Brasil um déficit habitacional de 7,757 milhões de moradias. Ou seja, esse número significa o número de famílias que possuem condições precárias de moradias.

    Por conta disso, surgiu a primeira Cidade Inteligente Social do Mundo, que é a Smart City Laguna. O empreendimento foi criado pelo Grupo Planet, que envolve empresas italianas, brasileiras e inglesas.

    O empreendimento possui características principais para dar início a uma transformação digital e mobilidade sustentável:

    – Inovação;

    – Tecnologia;

    – Sustentabilidade;

    – Planejamento urbano de alta modernidade;

    – Soluções de mobilidade.

    Segundo a CEO do Planet no Brasil, Susanna Marchionni, criar uma cidade inteligente é algo que vai muito além da iluminação de LED e áreas urbanas modernas e planejadas. Na verdade, é também um programa social que visa desenvolver e fazer a sociedade crescer.

    Tudo isso, logicamente, por meio da tecnologia e sustentabilidade. Além disso, também ressalta que as cidades inteligentes, ou smart cities, não são novidades, já que são construídas em todos os locais. Entretanto, o público é sempre o mesmo: ricos.

    Além da Smart City Laguna, é importante ressaltar o quanto países emergentes podem revolucionar a transformação digital e, consequentemente, a economia mundial. O motivo é que a tecnologia e a produtividade tendem a se destacar nesses países.

    Com recursos tecnológicos cada vez mais acessíveis, as pessoas tendem a mudar a sua forma de consumir, empreender, estudar, etc. Ainda no Brasil, também é possível citar São Paulo entre as smart cities.

    Isso é algo que pode surpreender muitos brasileiros. Porém, a cidade de São Paulo ficou em primeiro lugar como a mais inteligente e conectada de todo o país. O ranking, conhecido como Ranking Connected Smart Cities, avaliou 673 municípios brasileiros.

    Esses municípios possuíam mais de 50 mil habitantes. Em relação à tecnologia e inovação que toda smart city deve possuir, São Paulo possui:

    Três parques tecnológicos;

    Onze incubadoras (cujos as quais são responsáveis por cerca de 4,1% dos empregos formais da capital);

    Cerca de 85 pontos para conexão à Internet por 100 habitantes.

    Além disso, é válido ressaltar que: além de preencher requisitos necessários para ser uma smart city e um exemplo de como a tecnologia muda a economia e a forma de viver de muitas pessoas, a capital paulista também gera uma grande quantidade de empregos formais.

    Grande maioria deles, cerca de 1/3 deles, é ocupado por profissionais que possuem o ensino superior. Como é possível observar, São Paulo também é considerada, para muitos indivíduos, como o futuro dos negócios e uma sociedade digital inteligente e conectada.

    Acessível a todos

    Atualmente, a grande preocupação na hora de construir uma smart city é torná-la acessível para a população mais desfavorecida financeiramente. A intenção é as residências e lotes possuam preços populares. Dessa maneira, é possível fazer com que o futuro dos negócios e a sociedade digital, estejam profundamente conectados.

     

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    Estrategias que Transformam

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