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Transformação Digital
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Criptomoedas

Conheça mais sobre as criptomoedas, como funcionam e ainda, por quê se fala tanto no “lado obscuro” das moedas digitais.

O que são criptomoedas?

Criptomoedas são moedas digitais. Isso quer dizer que, diferentemente de outras moedas como o real ou o dólar, por exemplo, não é uma moeda física, ou seja, não pode ser tocada ou guardada na sua carteira. Elas são utilizadas apenas por meios virtuais.

Além disso, as criptomoedas são descentralizadas. Isso quer dizer que não existe um órgão que faça o seu controle, a intermediação ou a autorização de sua emissão, operações e transferências.

Elas são criadas em uma rede de blockchain, que é um tipo de sistema que faz a permissão de envio e recebimento de informações, por meio da internet. Esse sistema usa de criptografia para garantir a segurança e possibilitar a emissão e a transação das moedas virtuais de maneira segura.

É por conta dessa criptografia que foi dado as moedas virtuais, o nome de criptomoedas.

Qual a aplicação da criptomoeda hoje em dia?

É usada para as mesmas finalidades do dinheiro que a gente já conhece. Suas principais funções são servir como um meio de troca para facilitar transações comerciais e criar reservas de valores para preservar o poder de compra.

Além disso, têm como objetivo servir como uma unidade de conta para base de cálculo econômico na precificação de produtos. Embora essa ainda não tenha sido uma prática utilizada na atualidade. Ou seja, ainda não se formam bases de preço baseadas em Bitcoins, por exemplo.

Basicamente, podemos dizer que as criptomoedas permitem fazer transações de compra e venda, tanto de bens, quanto de serviços. Além de permitir transferências online, sem as tradicionais taxas cobradas pelos bancos.

Existem grandes empresas que aceitam pagamentos em moedas digitais como a Dell, a Soundcloud e WordPress, por exemplo. Há também um público crescente que tem preferência por esse tipo de moeda, especialmente buscando maior praticidade, agilidade e redução de custos com taxas.

Quantos tipos de criptomoedas existem?

De acordo com o Wikipédia , no mês de janeiro de 2020, já havia uma média de 6.000 criptomoedas criadas, sendo que o número segue em constante crescimento. A qualquer momento, podem ser criadas novas criptomoedas fazendo com que esse número suba.

A mais popular dentre as moedas digitais já criadas, é a Bitcoin, que, com certeza, você já deve ter ouvido falar algumas vezes, não é mesmo?

Ela é responsável por cerca de 60% do total da capitalização de mercado. Enquanto as outras 20 maiores juntas, representam uma média de 35% da capitalização. Foi o primeiro sistema de pagamentos criado no mundo, de forma totalmente descentralizada.

Atualmente, depois do Bitcoin, as moedas mais usadas são a Monero, Litecoin, Bitcoin Cash, Ether, dentre outras. Se você quer manter-se atualizado, vale a pena acompanhar as cotações do mercado de criptomoedas.

É realmente uma revolução?

Muito se fala que as criptomoedas trouxeram uma revolução para o mercado financeiro. E isso é, com certeza, uma verdade. Elas vieram para modificar a forma como as pessoas se relacionam com o dinheiro.

Apesar de, uma grande parte das pessoas ainda preferirem métodos do passado, mudanças significativas vêm acontecendo, especialmente com relação a compreensão do dinheiro e o controle do Estado sobre ele.

Bancos digitais e criptomoedas surgiram como uma forma de questionar os sistemas bancários, reduzindo as taxas e aumentando a facilidade no acesos aos serviços.

Além disso, é preciso considerar que as moedas digitais fazem parte de uma nova era, onde a tecnologia dita os nossos comportamentos e, portanto, alternativas que abraçam essa realidade, são as que tendem a crescer nesse contexto.

Podemos dizer que é a moeda do futuro?

Ainda não podemos afirmar que as criptomoedas irão prevalecer no futuro. Porém, são claras as evidências de que estão se tornando mais populares a cada dia.

Na Era 4.0, que chamamos o momento atual do mercado, regido pela tecnologia, são práticas como essas que conquistam consumidores e investidores, criando uma forte tendência de se acabar com o dinheiro físico.

Ou seja, a tendência é que a sociedade caminhe para o fim da circulação de dinheiro em espécie, prevalecendo as transações eletrônicas e o uso das modas virtuais.

Na contramão disso, existe uma forte resistência dos bancos, que insistem em criar barreiras para impedir esse avanço.

Existe um “lado obscuro” no mercado de criptomoedas?

Você deve ter ouvido falar várias vezes na TV sobre as moedas digitais, não é mesmo? E também já deve ter ouvido falar que existe um “lado obscuro” por trás delas. Pois bem, isso tem relação com o uso do Bitcoin e outras moedas, para facilitar atividades ilegais e criar riscos para a estabilidade do sistema financeiro.

Esse “anonimato” que o uso das moedas digitais permite, especialmente porque não passa por transações como as que ocorrem nos bancos, acaba permitindo que o dinheiro possa ser investido de forma indevida e a principal preocupação é, o investimento em:

– Terrorismo;

– Lavagem de dinheiro;

– Tráfico de drogas, de armas;

– Evasões fiscais;

– Etc.

Para conter isso, é necessário que exista um esforço coletivo entre corretoras e os investidores, de forma que não sejam listados projetos com esses fins, considerados, é claro, mal-intencionados.

Para o investidor, caso você seja um, é sempre muito importante verificar fontes seguras de informação antes de fazer qualquer investimento, além de avaliar muito bem o ativo desejado para que, futuramente, isso não traga prejuízos.

Além desses fatores, ainda se questiona a eficiência das criptomoedas, a sua escalabilidade e a falta de acordos entre os próprios investidores, que pode vir a gerar uma quebra de corrente. Ou seja, um evento que pode fazer com que sua credibilidade caia drasticamente.

Por fim, as dificuldades relacionadas com a aquisição desse tipo de ativo, é um fator que pode vir a somar na desigualdade social gerada pela má distribuição das riquezas. Ou seja, caso realmente prevaleçam as moedas digitais no futuro, a dificuldade no acesso pode fazer com que as riquezas se concentrem ainda mais nas mãos de poucos.

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Publicado em:

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Transformação Digital por Tripulação ET
16.10.2020 às 16:57:36

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