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Transformação Digital
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Nada será como antes.

A transformação digital provocou uma série de mudanças inevitáveis para que as empresas se alinhassem às regras da nova economia para se manterem competitivas. Nesse cenário em ebulição, os profissionais desdobram-se para equilibrar seus pratinhos entre competências técnicas e comportamentais – as soft skills, cobiçadas por companhias de variados setores.

A consultoria global Gartner define soft skills como habilidades transversais que são: pensamento crítico, sensibilidade, capacidade para solucionar problemas, conhecimento de negócios e facilidade de comunicação. E estima que até 2021, 40% da equipe de TI será mais versátil que a própria tecnologia. Porque, segundo ela, esses profissionais terão de estar aptos a desempenhar diferentes papéis. Versatilidade, portanto, é chave para o profissional da nova era.

É interessante perceber que, soft skill como sensibilidade, por exemplo, até bem pouco tempo, eliminaria o candidato, antes valorizado fundamentalmente por suas competências técnicas. Hoje, essa característica vale ouro, por possibilitar maior percepção sobre estratégias, produtos e contexto de mercado, por exemplo.

As habilidades comportamentais têm o poder de modificar perfis mais tradicionais. Em recente reportagem da Computerworld Brasil, o laboratório Fleury relata que os seus cientistas, que trabalhavam tradicionalmente muito concentrados, sozinhos e introspectivos, tiveram seus perfis transformados, por passarem a integrar grupos
multidisciplinares. Hoje, mais integrados e interativos, eles puderam compartilhar conhecimento que trouxeram resultados coletivos.

 

Em evolução

A procura hoje é por gente que gosta de gente, dizem muitos especialistas em recrutamento. Aquele que interage em grupos formados por variadas competências, habilidades e gerações, em regime de colaboração, uma
das principais bandeiras da Transformação Digital, capaz de trabalhar com metodologias ágeis, em ambientes sem paredes, que eliminaram antigos castelos corporativos. O Ágil não é novidade, mas ganhou escopo-chave em estratégias voltadas à inovação e à velocidade de entregas – novos modelos de trabalho, novos tempos.

Nesse desenho disruptivo, as startups trouxeram com elas modelos que desafiara o mercado e mexeram com arquiteturas tradicionais de negócios em setores, antes, inabaláveis como o Financeiro. É o caso das fintechs –jovem empresa que une tecnologia e serviços financeiros, como o Nubank. Muitas delas com seus comandos ocupados por jovens irreverentes e ousados. Acenaram para o mercado com propostas inusitadas, nascidas
integralmente em berços digitais.

E essa trilha bem-sucedida das fintechs também tem atraído o interesse de gerentes bancários de instituições financeiras tradicionais, em busca de um modelo de atuação mais jovem e flexível, inovador e sem burocracia.
É o que mostra reportagem no site do G1, que conta com o apoio de um estudo da ABFintechs em parceria com a PwC Brasil. O levantamento aponta que a cultura mais flexível e diversificada das fintechs dão a elas uma vantagem natural em relação a empresas tradicionais na atração de talentos qualificados. Estes da nova era, disruptiva, inadiável e em franco desenvolvimento.

Fique atento.

Publicado em:

Estrategias que Transformam

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